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Castas: 100% Castelão

Vindima: 2010

Identidade: A segunda edição do BRANCO DE TINTAS é um vinho branco Português produzido apenas a partir da casta local Castelão.

Notas de prova: Notas intensas de “pain grillé”, caramelo, quase a pipoca salgada. No palato é suave, redondo e rico com boa acidez.

Serviço e Gastronomia: Servir a 12ºC e deixar a temperatura aumentar. Pair with backed dishes, as puffed past, where the element of cooked butter rules.

Álcool: 13,5%Vol.

Denominação: Vinho Regional Alentejano.

Viticultura: São utilizados métodos de produção sustentáveis. Os rendimentos são limitados com a poda em verde, em Julho. As uvas são vindimadas à mão no pico de maturação, em pequenas caixa. Selecção dos cachos ocorre na vinha e, novamente na adega numa mesa de escolha.

Vinificação e Envelhecimento: É obtido um sumo limpo através de uma prensagem suave das uvas (com o mesmo método utilizado para a produção de vinhos espumantes brancos de uvas tintas). Totalmente fermentado e envelhecido durante 12 meses em barricas de carvalho francês de 2º e 3º ano. O resultado é um vinho rico e com textura, intenso e complexo… simplesmente deslumbrante!

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2008 – VINHOS DO ANO – REVISTA DOS VINHOS

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Castas: 70% Roupeiro e 30% Antão Vaz.

Vindima: 2013

Identidade: A TALHA é um símbolo da antiga tradição de vinificação da nossa região e um vestigio da presença Romana na história dos vinhos Alentejanos. Numa busca de maior complexidade e identidade regional, este vinho é um revivalismo de práticas antigas.

Notas de prova: Distinto, mineral, complexo e fresco. Assenta primeiro na fruta e frescura das castas, com uma segunda dimensão dominada pelas notas terrosas, quase químicas da talha. Na boca alguma textura, sempre suportado em tensão e acidez.

Serviço e Gastronomia: Servir a 10ºC. Fresco, a sua acidez, notas terrosas permitem harmonizar muito bem com pratos que contenham cogumelos, beterraba ou trufas.

Álcool: 13,5%Vol.

Denominação: Vinho Regional Alentejano

Viticultura: Mistura de vinhas com 25-30 anos das castas locais Roupeiro e Antão Vaz. Agricultura sustentável em que apenas o redimento é controlado e a qualidade é melhorada com a remoção de ramos secundários e poda de cachos.

Vinificação: A vindima é manual em caixas de 20Kg. As caixas foram colocadas directamente na prensa sem esmagamento. O mosto depois de decantado foi colocado numa talha de 1000 Litros com a data inscrita de 1946. A fermentação ocorreu então, numa câmara de frio a 14ºC durante cerca de 28 dias. O vinho foi decantado estabilizado com bentonite e estabilizado por frio.

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2013 Wine Enthusiast – 91pts

2010 Wine Enthusiast – 90pts – Editor’s Choice

2010 Wine Advocate – 89 pts

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Castas: 100% Verdelho

Vindima: 2013

Denominação: Vinho Regional Alentejano

Identidade: Os vinhos são produzidos quando a levedura transforma os açúcares presentes no sumo de uva em álcool. Leveduras cultivadas tornaram-se cada vez mais refinadas e selecionadas, melhorando continuamente, com aromas específicos e limpos, dando aos enólogos um maior nível de controle. Combinado com o controlo da temperatura, permitiu um aumento significativo na qualidade dos vinhos brancos ao longo dos anos. Esta Branco de Indígenas, não usa nem leveduras nem tem controlo de temperatura. É um estilo de vinificação preguiçoso excelente! O que nos faz pensar se necessitamos de um enólogo tão caro.

Notas de prova: Boa textura, combinando pura fruta, notas minerais e citricas misturada com, uma boa, componente tosca que só a natureza nos dá e que o torna ainda mais interessante.

Serviço e Gastronomia: Servir a 12ºC, harmonizar com peixe grelhado pouco gordo.

Álcool: 13,5%Vol.

Viticultura: São utilizados métodos de produção sustentáveis. Rendimento é limitado com a poda em verde em Julho. Uvas são vindimadas à mão em caixas de 18kg.

Vinificação e Envelhecimento: Este Branco de indígenas, não tem as leveduras seleccionadas, nem o controlo de temperatura, resultando da fermentação espontânea a partir de leveduras indígenas, isto é do local, do ar, do ambiente circundante, em barricas de 225 l sem controlo de temperatura.

Produção: 290 garrafas de 0.75L lançadas em Julho de 2015

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2013 Wine Advocate – 91 pts

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Castas: 100% Castelão

Vintage: 2010

Identidade: A Castelão (sin. Periquita) é uma casta de pouca concentração, que caiu para segundo plano nesta era dos tintos concentrados. Alentejana de raiz (de acordo com os últimos estudos), ocupa incomodamente a 3ª área de vinha da região, apesar de nos vinhos estar renegada a papéis secundários ou de figurante. Os “antigos” dizem, que não era na concentração que estava a sua virtude, mas sim na longevidade, “ela precisa de tempo”!. A este “Tinto de Castelão” foi-lhe então dado tempo. Tempo de curtimenta (30 dias), tempo de barrica (24 meses), tempo de garrafa (20 meses) e…. tempo para ser ele próprio: na sua cor, mais frágil, na sua elegância e na persistência dos seus taninos. O resultado? Um sorriso nostálgico de algo vindo do passado.

Notas de Prova: Cor granada-ruby frágil. Aroma fino, com notas de ameixa, tabaco e especiarias, na prova o ataque é meio encorpado, com boa frescura. A textura monta no meio de prova, todo em elegância, termina com taninos presentes e firmes.

Serviço: Conservar a 12-14ºC e servir a 16ºC para ser bebido a 18ºC.

Álcool: 14,0% Vol.

Denominação: Vinho Regional Alentejano.

Vinificação: As uvas são suavemente esmagadas e movidas por gravidade para dentro de cubas de inox cuja temperatura é regulada para a fermentação decorrer a 27ºC com duas remontagens por dia. A fermentação é espontânea.

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2010 Wine Enthusiast – 90pts – Editor’s Choice

2010 Wine Advocate – 89 pts

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Castas: 100% Baga

Vindima: 2013

Identidade: Carismática e famosa pela sua frescura e rusticidade, a Baga marca tanto um estilo de vinho como a identidade de toda uma região. Este Baga é Alentejano, o que é inédito e ensaia a casta mais a sul, onde o xisto, o sol e o calor permitiram outros patamares de maturação. O resultado….é a Baga como nunca a provámos, sem nunca deixar de ser ela própria.

Notas de Prova: Uma Baga Alentejana e rústica como deve ser, mas mais quente, com outro nível de maturação. Sem contacto com barrica, o que permite provar esta casta única.

Serviço: Conservar a 12-14ºC e servir a 16ºC para ser bebido a 18ºC.

Álcool: 14,0% Vol.

Denominação: Vinho Regional Alentejano.

Vinificação: Vindima manual selectiva em caixas de 20kg. Selecção em mesa de escolha. Enchimento da cuba por gravidade. Fermentações alcoólica e maloláctica espontâneas. “Cuvaison” de 15 dias.

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2013 – Medalha de Ouro no “Concurso Melhores Vinhos do Alentejo” 2015 – Confraria dos Enófilos do Alentejo

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Castas: Castelão (Periquita), Trincadeira (Tinta Amarela), Aragonez (Tempranillo)

Vindima: Non Millésimmé | Non Vintage

Identidade: Um Rosé “não datado” que junta a frescura das colheita mais jovens, com a complexidade do estágio sobre borra, que apenas as colheitas mais antigas podem dar. É fino e complexo, sem nunca deixar de ser fresco e simples, como um grande Rosé deve ser.

Notas de Prova: Cor salmão muito ligeira. Apresenta uma textura cremosa no palato que é balançada com uma acidez refrescante.

Serviço: Conservar a 6-8ºC para ser servido a 10ºC.

Álcool: 12,5% Vol.

Denominação: Vinho Regional Alentejano.

Vinificação: VVindima manual muito selectiva em caixas de 20Kg. Transporte para a adega em camião de frio. Os cachos, são cuidadosamente seleccionados numa mesa de escolha. 55% sangria e 45% prensa directa.

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